Para você continuar acompanhando o O2CAST, o podcast da O2 Filmes, neste final de ano fizemos uma seleção de episódios especiais para o público.

Nesta reprise, Carlos Merigo e Thiago Barbosa que encaram e atuam nas produções de podcasts e são referencias no mercado nacional, conversam com Igor Kupstas, diretor da O2Play, e contam a evolução dessas produções, crescimento, público interessado, efeitos da pandemia, caminhos que se abrem e as expectativas para ouvintes e realizadores.

Colocando que podcast é a mídia mais íntima que existe, os convidados contaram que são estes programas atualmente o celeiro de novas produções intelectuais, tanto no exterior como nacionalmente.

Escute o O2Cast também pelo SpotifyApple PodcastsBreakerGoogle PodcastsOvercastPocket Casts e RadioPublic.

previous arrow
next arrow
Slider

SOBRE OS CONVIDADOS:

Carlos Merigo – é fundador e publisher do B9.com.br, criado em 2002 quando iniciou sua carreira no mercado publicitário – que deu origem a B9 Company, uma moderna empresa de mídia, produtora de podcasts e mediação de conversas autênticas.

Especialista em estratégia digital e conteúdo, Merigo teve passagens por agências como McCann Worldwide, Espalhe Marketing de Guerrilha e Fischer América, atuando para marcas como Nike, Google, Heineken, Honda, Panasonic, Fox, Vivo, Electrolux, National Geographic, Novartis, Tetra Pak, entre outras.

Atualmente, o B9 é um dos maiores veículos do Brasil com foco em criatividade, mídias sociais e transformação digital, ultrapassando 2 milhões de leitores e 4 milhões de ouvintes mensais através de uma rede de podcasts que conta com 20 diferentes shows em atividade.

Thiago Barbosa – é gerente regional de Jornalismo da Rádio CBN( CBN em movimento) Hoje lidera as equipes de Belo Horizonte, Rio de Janeiro, edição do site CBN e projetos de Podcast. É o idealizador do “CBN Professional” e do “Panorama CBN”.

Para o gerente de jornalismo da CBN  o mercado de podcasts está em formação e  os profissionais estão trabalhando para entendê-lo. “A gente olha como que funciona na Europa e nos EUA, mas é muito difícil de comparar com a realidade brasileira.  A gente está flertando com todos os formatos para entender justamente o que o ouvinte quer”.